| Exercendo a Cidadania Política |
|
|
|
| Escrito por Ap. Jota Moura | |
|
I. O voto é intransferível e inegociável. Com ele a pessoa expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cidadão tem do País, Estado e Município. II. O cidadão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que líderes influentes da comunidade tentem conduzir o voto numa outra direção. III. Os líderes têm obrigação de orientar o povo sobre como votar com ética e discernimento. No entanto, devem evitar transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário. IV. Os líderes devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multi-partidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, os vários representantes de correntes políticas possam ser ouvidos e questionados sem preconceitos. V. Considere-se a diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a comunidade. Isso deve levar os líderes a serem cautelosos ao conduzir processos político-partidários dentro da comunidade, sob pena de que, em assim fazendo, eles dividam a comunidade em diversos partidos, enfraquecendo assim, a força unida do “little Brazil”. VI. Nenhuma pessoa deve se sentir obrigado a votar em certo candidato. Pelo simples fato de ele se confessar cidadão cristão/evangélico. Antes disso, devem discernir se os candidatos são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas da justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma classe ideológica. VII. Sempre que o/a cidadão/ã eleitor/a estiver diante de um impasse do tipo: "O candidato tal é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é de bom alvitre que, ainda assim, se dê um "voto de confiança" a esse candidato, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. A confiança no candidato deve ser prioritária às simpatias ideológico-partidárias. VIII. Nenhum cidadão eleitor deve se sentir culpado. Tendo opinião política diferente da de seu grupo social ou mesmo líder religioso. O líder religioso deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político, a opinião dele deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina. IX. Os cidadãos eleitores devem votar agora, para Presidente da República. Baseados em seu caráter e programas de governo, e não apenas em função de "boatos" do tipo: "O candidato tal é ateu ou muçulmano "; "O fulano vai continuar a guerra." É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja, o poder de decidir o destino da nação sozinho. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos. X. Os fins não justificam os meios. O/a eleitor/a cidadão/ã deve após votar, acompanhar a atuação do político eleito observando sua coerência parlamentar. Conquanto assumamos quê nos bastidores da política, haja acordos e composições de interesses, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência de um cidadão, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão de causas nobres. Jota Moura Rocha, maranhense, casado, convertido a Cristo em fevereiro 1963, ministro do Evangelho desde 1970, doutor em Teologia, advogado, filósofo, autor de várias obras literárias, presidente da CB’Shalom Internacional e da Basileia Apostolic Ministries, Inc., apóstolo membro da ICA-International Coalition of Apostles, presidida pelo Dr. Peter Wagner. Reside em Boston, MA – EUA, onde pastoreia com sua esposa, Rev. Dr. Regina Pinto Moura, a Shalom International Baptist Community of Boston. |
| < Anterior | Próximo > |
|---|
|
Boston, MA
|
|||||||
![]() |
|
||||||
|
![]() WSW
|
||||||
| Mostrar mais Detalhes | |||||||
Qual foi um dos frutos que o martírio de Estevão produziu? A conversão de Saulo. At 22:20