Muitas são as razões para justificar uma vida infeliz no mundo de hoje. Alguns acham até motivos suficientes para “saltar” do trem da vida, quer pelo suicídio súbito ou em suaves prestações!Entramos no século 21 da instauração do império da anti-vida pelos conflitos sociais e familiares, pelas “guerras e rumores de guerras,” pelo terrorismo internacional e pela destruição da natureza. A mídia em geral e cientistas são cada vez mais parecidos com as profecias bíblicas. Especialistas discutem cataclismas e falam em “sinais dos tempos”. Não somos adeptos de qualquer “corrente escatológica terrorista”. Porém, observando a dança das nações pelo poder, bem como a previsão científica de catástrofes causadas pelo aquecimento global, somos desafiados a reexaminar as profecias bíblicas sobre o futuro do mundo. Albert Camus, célebre escritor, dizia: “Antes, a questão era descobrir se a vida precisava ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.” Parece que esta se tornou a filosofia corrente entre os “sobreviventes” da pós-modernidade!O poeta grego, Homero, diz em seus escritos, que os deuses do Olimpo desejam que os mortais vivam com medo e tristemente. Parece um prognóstico dos problemas psicológicos da humanidade!Cícero, intelectual romano, declara que a melhor coisa que pode acontecer a um ser humano, não é nascer, mas morrer jovem. Parece a semeadura da ideologia do suicídio existencialista, tão propalado por filósofos da era moderna! O historiador grego, Heródoto, pregou que se deveria chorar a sorte dos recém-nascidos, em virtude das misérias e sofrimentos que a vida lhes reserva. Parece a defesa insofismável do aborto infanticida!Poderíamos elencar aqui, inumeráveis pensadores que através de seus escritos são os imortais mentores das novas gerações universitárias. A sociedade, fica muitas vezes estarrecida com os frutos desta semeadura mental, sem contudo, pesquisar as causas. Surge daí, uma geração desalmada (porém armada) que não vê significado na vida, porque não encontrou propósito na existência.Desde sempre, o ser humano afastado de Deus pelo pecado da desobediência, nunca conseguiu plena satisfação na vida. O sofrimento, a culpa, a tristeza, a dor, a solidão, emfim, a infelicidade, passaram a ser suas companheiras de viagem na estrada da vida rumo ao além. Caim, o primeiro fratricida, irou-se contra seu irmão Abel e o matou. Depois, declarou que o peso de sua consciência era tão grande que já não mais podia suportá-lo. (ver Gênesis 4). Hoje, como no passado, o problema é o mesmo. A morte tornou-se a alternativa pessoal e coletiva dos humanóides.Ao contrário disso tudo, Jesus Cristo demonstrou-nos que a vida é uma preciosa dádiva de Deus e que podemos vivê-la sem medo, culpa, tristeza ou infelicidade. O Evangelho adverte-nos, que a vida passa a ter valor e significado quando nos encontramos pela fé com o Emanuel-Deus conosco! Nele (Jesus) redescobrimos o significado da existência, propósito, uma vida repleta de paz, perdão, alegria, amor, produtividade conseqüente e eternidade com Deus. “Eu vim para tenham vida e a tenham em abundância.” ( Jesus Cristo ). Amém! Leia, participe, opine escrevendo para este colunista:
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Boston, Setembro 05, 2008 -- Jota Moura Rocha, maranhense, casado, convertido a Cristo em fevereiro 1963, ministro do Evangelho desde 1970, doutor em Teologia, advogado, filósofo, autor de várias obras literárias, presidente da Rede de Igrejas CB’Shalom Internacional e do Ministério Basileia Apostolic Ministries, Inc., apóstolo membro da ICA-International Coalition of Apostles, presidida pelo Dr. Peter Wagner. Reside em Boston, MA – EUA, onde pastoreia com sua esposa, Rev. Dr. Regina Pinto Moura, a Shalom International Baptist Community of Boston. |