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Porque Cremos no Inferno | Porque Cremos no Inferno |
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| Escrito por Ap. Jota Moura | |
"E todo aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no logo de fogo" (Apoc. 20:15). Por que creio no inferno! Nenhum assunto é tão repugnante àmente humana como este, e no entanto nenhum tão importante. Jesus chorou ao contemplar a destruição de Jerusalém. Deus mesmo afirma que não tem prazer na morte do ímpio. Nenhum crente pode ter alegria ao considerar o destino final do impenitente. No entanto é nosso dever, como ministros fiéis a nosso Senhor Jesus Cristo, proclamar todo o conselho de Deus. Creio que eu seria um amigo falso de qualquer pecador se eu não o avisasse, como as Escrituras fazem constantemente, sobre o perigo de sua condição. É fato bastante conhecido que as pessoas suprimem o que odeiam ou temem. Conseqüentemente, há muitas pessoas que em vez de considerar seriamente este assunto, simplesmente criticam os que falam sobre o inferno. Mesmo que um pastor tenha uma dúzia de diplomas de cursos superiores, ele é taxado de obscurantista e deve ser ignorado se prega sobre o assunto inferno. Eu descobri que os argumentos dos não crentes consistem de uma coisa só: emocionalismo, apresentado sob a forma de uma explosão de hostilidade e desinteresse em considerar racionalmente um assunto de maior importância para o seu bem-estar eterno. Algumas pessoas parecem viver sob a ilusão de que o inferno evaporou, ou pelo menos que todas as pessoas inteligentes deixaram de crer na sua existência. Antes de continuar nessa linha de pensa-mento, consideremos as palavras do grande teólogo de Princeton, A. A. Hodge: "O Velho Testamento estava nas mãos dos judeus, séculos antes da vinda de Cristo. Eles entendiam que essas Escrituras ensinavam que os ímpios sofreriam para sempre." O historiador Josefo diz que assim também criam os fariseus do seu tempo. Como cristãos, temos as Escrituras já por quase vinte séculos. Podemos verificar que "os grandes pais da igreja, os reformadores, e as igrejas históricas, com suas revisões críticas e traduções das Escrituras Sagradas, suas liturgias e hinos, todos os teólogos evangélicos e eruditos, com suas gramáticas, dicionários, comentários e sistemas clássicos, têm concordado unanimemente quanto à compreensão do ensino da Bíblia a respeito da eternidade dos sofrimentos futuros daqueles que morrem sem arrependimento. E isso tudo ocorre contra a torrente universal e impetuosa de simpatias e temores humanos". A Bíblia diz que o incrédulo irá para a punição eterna. È isso por acaso contrário àquilo que qualquer pessoa racional e que pensa certo concluiria daquilo que conhecemos como teologia natural, isto é, a revelação que Deus faz de si mesmo neste mundo e no governo moral desse mesmo mundo, ou na nossa própria constituição e natureza? — De modo nenhum! Joseph Stiles observa que as leis da natureza exigem que haja inferno: "Pense no pecador mais vil sobre a face da terra. Através da morte, num instante, passe-o para o céu: com todas as suas paixões, mentiras, ódio e coração perverso. Ele poderia estar feliz ali? Por uma lei da sua natureza, a felicidade está na correspondência entre a mente e seu objeto. Por uma outra lei de sua natureza, a miséria esta na oposição entre a mente e seu objeto. Este coração ímpio sente, e deve sentir sempre, a mais profunda aversão a tudo aquilo que existe e acontece no céu. Nossa própria natureza moral requer um lugar tal como o inferno. A consciência humana também demanda a mesma coisa. Todos os homens percebem que existe uma diferença entre virtude e depravação e que em questão de caráter essas posições são diametralmente opostas. E sempre as tratamos como tais: aprovamos a virtude e condenamos a depravação. Recompensamos a virtude para promovê-la e punimos a depravação para bani-la da sociedade. Isso é verdade também em relação a governos morais de qualquer nação moral — as leis foram promulgadas porque se sabe que a virtude conduz à felicidade da comunidade. Vemos ainda um outro argumento na vida de Jesus Cristo e no seu caráter. Cristo, que veio manso e humilde para nos salvar da dor e do sofrimento, falou mais acerca do inferno do que qualquer outra pessoa na Bíblia. Será que ele, que é a verdade encarnada, que é o santo Filho de Deus, veio implantar na mente das pessoas um medo que duraria mais de dezenove séculos, e medo de algo que não existe? Um pensamento assim é uma infâmia sobre o caráter de Jesus. Mas algumas pessoas dizem: "Mas Deus é amor! E Deus jamais punirá alguém no inferno." É muito perigoso formular-se uma doutrina sobre uma premissa falsa. De fato, a Bíblia ensina que Deus é amor, amor infinitamente compassivo. Mas a mesma Bíblia nos ensina que esse mesmo Deus é santo, justo e reto; que ele é tão puro de olhar que não pode ver o mal e que visitará nossas transgressões com vara e nossa iniqüidade com açoites; e que de modo nenhum terá por inocente o culpado.
Muito tempo antes de se ter manifestado plenamente o amor de Deus nas Escrituras, o único pensamento preponderante inculcado na mente do povo hebreu foi: "Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos" (Is. 6:3). O próprio fundamento do seu trono era a santidade, e nenhum pecado jamais iria à sua presença, sem que fosse inevitavelmente consumido por sua ira. Existem ainda aqueles que gostariam de nos fazer crer que eles sabem alguma coisa sobre Deus que nós não sabemos e portanto não é bem assim como dizemos. Os universalistas afirmam que Deus, em seu amor, deve inevitavelmente receber a todos. O universalista se aproximaria ousadamente do Todo-poderoso, cheio de condescendência para com a fraqueza do Deus Onipotente, dizendo-nos que Deus não se entende muito bem e certamente não quer dar a entender o que diz e na realidade está profundamente errado sobre este assunto. Essa pessoa pensa que sabe mais sobre Deus do que o próprio Deus sabe sobre si mesmo. Eis o blasfemo que declara que Deus e como um tolo, cheio de ameaças falsas, que diz aquilo que não pretende fazer; que mesmo que através de toda a revelação, de Genesis a Apocalipse, Deus tenha declarado que os ímpios não têm paz e que morrerão no seu pecado, ele agora vai inverter tudo. Essa pessoa não reconhece que a Bíblia diz que os caminhos de Deus não são os nossos caminhos e seus pensamentos não são os nossos pensamentos (Is. 55:8); que seus caminhos e seus juízos são inescrutáveis. E apesar disso esse blasfemo confiantemente declara que os caminhos de Deus são nossos caminhos e seus pensamentos são nossos pensamentos e que ele descobriu os caminhos de Deus totalmente. Esse homem traz sobre si a exclamação de Deus, que disse: "Pensavas que na verdade eu era como tu!" (Sal. 50:21). Deus é santo. Ele declarou que não tolerará o pecado. Os impenitentes se lançam na presença de Deus loucamente e com conseqüências eternas. Outras pessoas dizem que os nossos pecados "não merecem uma punição tal como castigo eterno". Novamente quero citar palavras de Hodge, o grande teólogo de Princeton: "Nós mesmos é que somos os malfeitores. É claro que o egoísmo, o interesse próprio, aquela cegueira e endurecimento moral fazem de todos os criminosos pessoas para sempre incompetentes para julgar a medida de culpa correspondente aos seus próprios delitos. A experiência toda prova isso, quer na jurisprudência criminal, quer na vida privada. Se isso é verdade quando julgamos a perversidade das nossas ofensas uns contra os outros, quanto mais viciará nossos critérios quanto à perversidade dos nossos pecados contra um Deus infinitamente santo!" Um outro autor nos diz que o fim da punição para os nossos pecados deve ocorrer quando cessa a influência desses mesmos pecados. Mas se a influência e conseqüências dos nossos pecados se estendem até o fim dos tempos, então somos responsáveis por essas influências até o final dos tempos. O homem não pode ser punido em proporção à sua culpa, até que cheguemos ao final dos tempos. Jesus deixou bem claro que todo ser humano ou ajunta homens e mulheres, meninos e meninas para ele ou os espalha. Incrédulos, que passaram a vida inteira espalhando gente para longe de Jesus, serão parcialmente responsáveis por muitas pessoas que vão parar no inferno. A Bíblia diz que se os efeitos de nossos pecados são eternos, então a punição para os nossos pecados também será eterna. A principal razão para se crer no inferno é porque Jesus Cristo declarou sua existência. Somos informados pela Bíblia que os pecadores habitam em "labaredas eternas" (Is. 33:14); "...eles nunca mais verão a luz" (Sal. 49:19); "ficam totalmente consumidos" (Sal. 73:19); "não tornarão a viver" (Is. 26:14); "o seu verme não morre, e o fogo não se apaga" (Mar. 9:44); são despedaçados "sem que haja quem acuda" (Sal. 7:2); seu clamor nunca e respondido; quando busca não acha. Em outras palavras, os pecadores perdidos se afundam no abismo da morte, além dos limites da oração, uma condenação além do perdão, uma maldição fora do alcance de Cristo. A palavra hebraica usada no Velho Testamento para eterno é olam, com seus derivados e cognatos. No Novo Testamento, a palavra paralela é o vocábulo grego aiwnios, e todos os seus diversos cognatos, derivados de aei, que significa sempre. Um autor declara que todas as palavras usadas no grego e no hebraico, para se referir à eternidade de Deus e à eternidade das bênçãos dos redimidos no céu são usadas também para descrever a eternidade dos sofrimentos dos perdidos no inferno. Se a punição do ímpio fosse limitada ao tempo, então chegaria também o dia em que Deus seria extinto, pois os mesmos termos são usados. Se esses termos não descrevem a eternidade, então não existe no grego ou no hebraico uma palavra que significa eternidade — e isso é impossível. Usou-se toda palavra que poderia ser usada para significar eternidade. Seria bom considerarmos agora a eternidade de nossas almas, as quais habitarão ou em segurança e felicidade no paraíso ou na merecida punição do inferno. Qual será sua duração? William Munsey descreve para nós algo do significado da eternidade, um pensamento que freqüentemente os homens expulsam de suas mentes: "A eternidade não pode ser definida. Sem princípio nem fim, ela não pode ser medida; seu passado não aumenta nem seu futuro diminui. Ela não tem passado nem futuro; não tem fim nem metade, não tem partes — não pode ser analisada, uma extraordinária unidade. Se todas as montanhas de todos os mundos viessem a fazer pressão sobre o cérebro, elas não poderiam imprensá-lo mais para baixo do que o menor conceito de eternidade... Ela não tem origem, nem princípio ou fim; não pode ser medida, é imperecível, indescritível, não se pode defini-la. Ela mesma é sua própria definição. Se alguém nos pergunta o que é a eternidade, podemos apenas responder que é eternidade, e em nossa resposta confessar nossa fraqueza e ignorância." É um circulo infinito que jamais poderá ser medido. Seria concebível medir-se o círculo da terra ou o círculo de nossa galáxia e até mesmo do universo, a grande eclíptica que abarca os enxames de galáxias ao redor dos mundos. Munsey diz: "Tome lugar no carro solar de Febo, sente-se ao lado do condutor e procure localizar o fim da eclíptica. Use o chicote incandescente sobre os briosos corcéis de patas aladas e crinas de fogo e veja as constelações ficarem para trás, fora do seu caminho, e os abismos de espaço passarem velozmente abaixo de você; continue até que as rodas do carro estremeçam e cavales, e você se veja perdido, onde nem mesmo um anjo encontrará seus ossos — e você não encontrará o fim desse círculo etéreo. Mas esses círculos são finitos." A eternidade é um circulo infinito. Porque ele é infinito, seu centro é o grande imponderável, o portentoso "agora". "Agora" é um círculo infinito cujo centro está em todos os lugares, dentro de sua circunferência. Isso é desconcertante para a mente, pois não tem circunferência e seu centro está em qualquer lugar. "A eternidade", diz Munsey, "é uma linha infinita. O anjo de mais fortes asas que pode sulcar o éter sem limite poderá palmilhá-la e transitar nela até o fim dos tempos e jamais achará o berço ou a tumba de Deus... É um dia sem manhã, um dia sem anoitecer — um eterno meio-dia. Era exatamente meio-dia quando o mundo foi criado e será exatamente meio-dia quando for destruído — meio-dia para sempre. Ó eternidade! A idéia se aprofunda, se alarga e corre veloz, até que a mente humana, confusa e esmagada, se encolhe a uma pequenez infinita." Para sempre e sempre. Depois que o pecador tiver estado no inferno por cem bilhões de séculos, por trilhões de milênios, não terá nem um segundo a menos para ainda estar ali — perdido para sempre. Ele estará em trevas absolutas, fugindo de um lado para o outro, sem ter nunca um outro mortal com quem conversar, sem nunca cruzar seus passos com um anjo, indo para lá e para cá, para cima e para baixo, sobre o mesmo plano, em todos os sentidos, para sempre e sempre — perdido, perdido, clamando com alarido, perdido, para sempre e sempre, onde nem mesmo um eco zomba ou ri da sua miséria. Alma imortal, perdida numa treva infinita, voando para sempre e sempre numa Jornada que só terminaria se pudesse dobrar suas asas sobre o sepulcro de Deus, para sempre. Onde você passará a eternidade? Embora as Escrituras declarem sua existência em mil passagens e Jesus ousadamente tenha afirmado sua veracidade, é possível que alguns ainda não acreditem no inferno. Eu ouvi o testemunho de um homem que esteve no inferno. Ele está vivo hoje e o seu testemunho esta gravado. Ele me deu permissão para usar seu testemunho do modo como eu quiser. Ele se dizia ateu; não cria na alma, em espírito, em anjo nem em Deus. "Quando você morre, você está morto, igual a um cachorro", dizia ele. Um dia planejou esgueirar-se para dentro de um buraco e colocou uma tampa em cima. Ele não cria em céu, inferno ou Deus. De repente, esse homem passou a crer, e o fez de uma forma bastante esclarecedora: ele morreu! Não faz muito tempo ele teve uma parada cardíaca e os médicos o declararam clinicamente morto. (No ano passado numerosos cientistas relataram sobre mais de 500 pessoas que foram declaradas mortas clinicamente e foram ressuscitadas. O que isso significa nós não sabemos completamente, mas o que essas pessoas dizem ao voltar à vida convence os cientistas de que existe vida depois da morte.) Mais tarde esse homem foi ressuscitado, mas ele me disse que durante sua "morte" ele experimentou o seguinte: Ele afundou num reino de trevas, num lugar de sombras escuras — e mesmo assim ele ainda tinha um corpo. Ele achou-se em grande agonia, empurrando uma grande pedra para um abismo. (A Bíblia fala de um abismo). Ele estava em grande dor e não podia fazer nada para diminuí-la. "Se você leva um tiro no braço", diz esse homem, "você pode pelo menos agarrar seu braço é você tem assim uma ligeira diminuição da dor, mas não foi assim nessa experiência". Eu perguntei: "Onde foi essa dor? Era algo localizado?" A resposta foi: "Não, me doía tudo. Tenho certeza que se eu cortasse minha garganta essa dor não diminuiria nem um pouco." Quando eu perguntei sobre a veracidade da dor, esse homem disse que era pior do que qualquer coisa que já tinha experimentado neste mundo. Ele me disse: "Bem, quando estava com nove anos um trem de carga passou sobre minha perna esquerda e ela ficou pendurada no meu corpo. Consegui me arrastar até um cruzamento, e finalmente fui recolhido por um homem que passava de carro. Não cheguei a desmaiar, mas meu sangue espirrava no pára-brisa do carro, enquanto ele me levava para o hospital. Eu fiquei consciente o tempo todo. "Como a dor que sentiu nessa ocasião se compara com a dor que você sentiu durante o tempo em que o medico disse que você estava morto?", perguntei. O homem respondeu: "Toda aquela dor da perna foi insignificante. Eu nem faria comparações." Então eu disse a esse homem que certa vez eu havia queimado bastante uma de minhas mãos, e que sofrera uma dor incomparável a qualquer dor que jamais senti antes ou depois. Perguntei-lhe se ele se queimara alguma vez. Ele me disse: "Sim, uma vez derrubei uma lata de gasolina de uma prateleira, que caiu sobre uma vela e em seguida sobre minha perna, em chamas. Como resultado disso, passei várias semanas no hospital." Ele levantou a perna da calça e me mostrou as cicatrizes. Eu disse que não sabia de nada neste mundo que doesse tanto como uma queimadura. "Como você compara a dor que sofreu quando morreu, com essa dor da queimadura?", perguntei. A resposta foi: "Mil vezes pior do que quando queimei minha perna. Eu tenho procurado explicar isso de várias maneiras, mas tudo se desvanece diante de minhas tentativas. Eu não cria no inferno antes e eu não queria crer nele então. Para mim, não importa o que você tenha feito sobre a face da terra, é impossível sofrer dor como aquela que eu sofri no hospital, quando experimentei a morte." "Que pensa você sobre isso, que foi aquilo?", perguntei. "Bem, penso que definitivamente tem que ser algo fora deste mundo, então o único lugar que eu posso imaginar é que tem que existir inferno, e foi lá que eu estive." Quando esse homem saiu do hospital, todas as vezes que se lembrava da experiência, começava a tremer de modo incontrolável. O inferno é real! Esse homem acreditava que o inferno não existia, da mesma forma como algumas pessoas que estão lendo este livro não acreditam. Ele pensava que se tratava de um mito, não cria em Jesus, não cria em Deus nem cria na Bíblia. Mas ele morreu e ele crê em tudo isso agora! Tragicamente, alguns só crerão no inferno quando o experimentarem — quando então será tarde demais. Se a Bíblia ensina alguma coisa, é que haverá um "tarde demais" de conseqüências eternas — que virá um momento em que será eternamente tarde demais, quando a porta da graça será batida com força, fechando-se para sempre. E então o pecador estaria pronto a dar o universo em troca de um minuto para se arrepender e voltar-se para Jesus Cristo. Eu creio que existe inferno, não apenas porque Jesus ensinou a respeito dele, mas também porque o experimentou. Lemos na Bíblia que Jesus tomou no Calvário os nossos pecados sobre ele; ele foi feito pecado por nós e nossa culpa foi imputada sobre ele. Deus-Pai olhou para baixo, para seu Filho amado, a quem amava com amor eterno, em quem se comprazia, e o viu como o "Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". E Deus derramou o caldeirão de sua ira sobre o pecado e ele atingiu totalmente a Jesus, que então clamou: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mat. 27:46). E então ele desceu ao inferno. Naquela escuridão, ao meio-dia, Jesus sofreu uma penalidade infinita sobre a cruz, em nosso lugar. "Está consumado", disse ele. "Está pago". Os que confiam nele podem ouvir suas palavras, que o salário do pecado está pago para sempre, embora esse salário seja a morte. Jesus Cristo o pagou. E os que confiam em Jesus Cristo podem confiar na sua palavra: jamais perecerão. A verdade das Escrituras é que a ira de Deus um dia cairá sobre nossos pecados. A única pergunta é: Cairá sobre nós para sempre no inferno? Ou cairá sobre Jesus na cruz? A escolha a nós pertence fazer. Viveremos para sempre — em algum lugar!
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Como se chamava a mulher cuja idade é a única que registra a Bíblia? Sara. Gn 9:20